Visão geral
BYON = Bring Your Own Node. Você conecta o seu próprio servidor (VPS) ou cluster Kubernetes — a Coffeece roda a plataforma, suas apps rodam no seu hardware.
Quando faz sentido
- Cresceu além da infra compartilhada — escalou além do que os pools
sharedeshared-freeoferecem - Compliance / soberania de dados — precisa que dados fiquem em hardware específico, ou numa região fora do pool padrão
- Regulação setorial — fintech, healthtech, dados sensíveis
- Workloads especiais — GPU, eBPF, módulos de kernel — coisa que o sandbox compartilhado bloqueia
- Custo previsível em escala — quando o per-recurso da plataforma compartilhada vira mais caro que o seu hardware
Como funciona
Você roda os nós (VPS ou cluster) na infra que escolher. A Coffeece:
- Hospeda o painel, autenticação, billing e o Tsuru API
- Conecta-se ao seu cluster via SSH (VPS) ou kubeconfig (Kubernetes)
- Faz scheduling, deploy, logs, métricas — tudo via os comandos que você já conhece (
tsuru app deploy, etc.) - Cobra o sandbox como opcional nos seus nós: você decide se quer manter
Você:
- É dono do compute (CPU, RAM, disco)
- Paga pelo hardware diretamente ao seu provedor (DigitalOcean, Hetzner, AWS, on-prem, etc.)
- Pode escalar nós sem passar pela Coffeece — adicionar mais nó é uma chamada de API
Cobrança
- Assinatura BYON: R$ 99,90/mês — dá direito a usar o painel, deploy, gerenciamento
- Por nó conectado: R$ 49,90/mês por nó (medido via Stripe)
- Apps e bancos rodando nos seus nós: não geram cobrança extra por recurso — você já pagou pelo hardware
Detalhes em BYON → Cobrança.
Próximos passos
- Conectar um VPS (mais comum, via SSH)
- Conectar um cluster Kubernetes (existente, via kubeconfig)
- Suporte BYON — SLA e contato prioritário